Benefícios Fiscais

MAIS DE 2M€ DE CRÉDITO FISCAL OBTIDO A CLIENTES

O que são Benefícios Fiscais?

A aposta na eficiência fiscal é um dos principais objetivos da FORGESP, viabilizando o aproveitamento de oportunidades no âmbito dos Benefícios Fiscais, tendo presente que o Estado Português incentiva – essencialmente – o investimento em equipamentos e outros ativos fixos, a contratação de recursos humanos e a realização de atividades de I&D (Investigação e Desenvolvimento).

A aposta na eficiência fiscal é um dos principais objetivos da FORGESP, viabilizando o aproveitamento de oportunidades no âmbito dos Benefícios Fiscais, tendo presente que o Estado Português incentiva – essencialmente – o investimento em equipamentos e outros ativos fixos, a contratação de recursos humanos e a realização de atividades de I&D (Investigação e Desenvolvimento).

RFAI

REGIME FISCAL
DE APOIO
AO INVESTIMENTO

DLRR

DEDUÇÃO DE
LUCROS RETIDOS
E REINVESTIDOS

SIFIDE

SI FISCAIS EM
INVESTIGAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO

CFEI

CRÉDITO FISCAL
EXTRAORDINÁRIO
AO INVESTIMENTO II

REMUNERAÇÃO
CONVENCIONAL
DO CAPITAL

INSTALAÇÃO
DE EMPRESAS
NO INTERIOR

OUTROS
BENEFÍCIOS FISCAIS

RFAI

REGIME FISCAL DE APOIO AO INVESTIMENTO

É um sistema de incentivos ao investimento que se traduz num Crédito de Imposto de IRC, determinado com base numa percentagem (em regra geral: 25%) dos investimentos realizados em determinado ano, a deduzir ao montante de IRC (coleta) a pagar.

  • Abrange essencialmente as seguintes atividades:
    Indústrias Extrativas; Indústrias Transformadoras; Alojamento/Restauração/Turismo; Cinema/Vídeo; Informática (Consultoria, Programação, Processamento de Dados, Domiciliação de informação, Portais Web); Atividades I&D; Serviços de apoio.
  • Inventivo determinado com base numa percentagem dos investimentos a realizar (25% até ao montante de 10.000.000€; 10% sobre o investimento superior a 10.000.000€), a deduzir ao montante de IRC (coleta) a pagar.
  • Dedução no ano determinado com base numa percentagem dos investimentos a realizar (25% até ao montante de 10.000.000€; 10% sobre o investimento superior a 10.000.000€), a deduzir ao montante de IRC (coleta) a pagar.
  • Cumulação com com o DLRR. Mas não é cumulável com benefícios fiscais da mesma natureza, incluindo os benefícios fiscais de natureza contratual, relativamente às mesmas aplicações relevantes.
  • Efetuar investimentos relevantes que proporcionem a criação de postos de trabalho (criação líquida de emprego com contrato sem termo face à média dos 12 meses sem precedentes) e a sua permanência até ao final do período mínimo de manutenção dos bens objeto de investimento;
  • Manter os investimentos na empresa e na região durante um período mínimo de três anos (no caso PME) ou cinco anos (não PME) ou, quando inferior, durante o respetivo período mínimo de vida útil;
  • Não ter dívidas perante a Segurança Social e Autoridade Tributária;
  • Não ser considerada empresa em dificuldade;
  • Os investimentos têm que estar relacionados com:
    • Criação de novo estabelecimento;
    • Aumento da capacidade produtiva;
    • Alteração fundamental do processo de produção; ou:
    • Diversificação da produção.

DESPESAS ACEITES

DESPESAS NÃO ACEITES

DLRR

DEDUÇÃO DE LUCROS RETIDOS E REINVESTIDOS

É um regime de incentivos ao investimento que se traduz num Crédito de Imposto de IRC, que corresponde a 10% dos investimentos a realizar, nos três anos subsequentes, com recurso a Capitais Próprios, uma vez que visa fomentar o reinvestimento dos lucros na própria empresa, promovendo o seu desenvolvimento económico sem recurso a crédito. Dedução até 50% (micros e pequenas empresas) da coleta de IRC (sem possibilidade de reporte).

  • Possibilita a dedução ao imposto a pagar, sendo a coleta de IRC até 10% dos lucros que sejam reinvestidos em investimentos em Ativos Fixos Tangíveis, no prazo de três anos a contar do final do ano a que correspondam os lucros retidos.
  • Dedução no ano sem possibilidade de reporte. Até 25% do imposto (coleta de IRC); No caso de micro e pequenas empresas a Dedução prevista passa a ser 50%.
  • Cumulação de incentivos com RFAI.
  • Exercer, a título principal, atividade de natureza comercial, industrial ou agrícola*;
  • Não ter dívidas perante a Segurança Social e Autoridade Tributária;
  • Ter contabilidade organizada;
  • Resultado não ser apurado com base em métodos indiretos ou regime simplificado;
  • Ser PME (micro, pequena ou média empresa).
  • Investir 10 vezes o valor do incentivo (utilizando para o efeito os lucros do ano, que terão que ser retidos na empresa e não distribuidos).
  • Constituir reserva especial.

*Não aplicável aos setores da pesca, da aquicultura e da produção agrícola primária.

 

DESPESAS ACEITES

DESPESAS NÃO ACEITES

SIFIDE II

SISTEMA DE INCENTIVOS FISCAIS EM
INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL

O SIFIDE II é um sistema de incentivos que visa promover a Investigação & Desenvolvimento (I&D) empresarial, através da atribuição de um crédito fiscal correspondente a uma percentagem do valor das despesas associadas a projetos de I&D.

  • Dedução ao imposto de uma percentagem até 82,5% das despesas com I&D.
  • Taxa base 32,50% (despesas realizadas no ano da candidatura).
  • Taxa incremental de 50% (aumento da despesa em relação à média dos 2 anos anteriores).
  • Não cumulável relativamente às mesmas despesas, com benefícios fiscais da mesma natureza incluindo os benefícios fiscais de natureza contratual.
  • Pode-se deduzir até 100% do imposto (coleta de IRC).
  • Dedução no ano com possibilidade de reporte para os 8 anos seguintes.
  • Dirigido a sujeitos passivos de IRC, residentes em território português que exerçam, a título principal, uma atividade de natureza agrícola, industrial, comercial ou de serviços;
  • Não tenham dívidas perante a Segurança Social e Autoridade Tributária;
  • Candidaturas até ao quinto mês do ano seguinte ao do exercício a que as despesas dizem respeito;
  • Ter atividades inovadoras (Projetos de I&D).

DESPESAS ACEITES

DESPESAS NÃO ACEITES

CRÉDITO FISCAL EXTRAORDINÁRIO
AO INVESTIMENTO II

É uma dedução à coleta de IRC, no montante de 20%, das despesas de investimento elegíveis até ao limite de 70% dessa coleta.

  • O montante máximo acumulado das despesas de investimento elegíveis é de 5.000.000 euros por sujeito passivo.
  • Não é cumulável com outros benefícios da mesma natureza (dedução à coleta) relativamente às mesmas despesas de investimento elegível.
  • A dedução à coleta de IRC é feita em 2020 ou 2021, em função das datas relevantes dos investimentos elegíveis, e até aos 5 anos subsequentes, em caso de ausência ou insuficiência de coleta.

  • As despesas de investimento elegíveis incluem os ativos afetos à exploração, adquiridos em estado de novo e que entrem em funcionamento ou utilização até ao final do período de tributação que se inicie em ou após 1 de janeiro de 2021. São ainda elegíveis as despesas de investimento em ativos intangíveis sujeitos a deperecimento.

  • Estão excluídos dos investimentos elegíveis as viaturas ligeiras de passageiros ou mistas, o mobiliário e artigos de conforto ou decoração e as despesas incorridas com a construção, aquisição, reparação e ampliação de quaisquer edifícios, salvo quando esses edifícios estejam afetos a atividades produtivas ou administrativas, bem como ativos afetos a atividades no âmbito de acordos de concessão ou de parceria público-privada celebrados com entidades do sector público e ativos intangíveis adquiridos a entidades relacionadas.

  • Os ativos elegíveis devem ser detidos e contabilizados por um período mínimo de 5 anos ou se inferior correspondente à vida útil mínima fiscal.
  • As entidades beneficiárias não podem cessar contratos de trabalho durante 3 anos, contados da data de produção de efeitos do presente benefício, ao abrigo das modalidades de despedimento coletivo ou despedimento por extinção do posto de trabalho. 

DESPESAS ACEITES

DESPESAS NÃO ACEITES

REMUNERAÇÃO
CONVENCIONAL DO CAPITAL

Este incentivo visa incentivar a capitalização das empresas (i.e. promover o reforço dos Capitais Próprios).

  • Dedução ao lucro tributável de 7% das Entradas em dinheiro, no âmbito da constituição de sociedade e aumento de Capital.
  • Conversão de suprimentos vulgo empréstimos de sócios (efetuadas após 01-01-2017).
  • Entradas em espécie correspondentes à conversão de quaisquer créditos.
  • Aumento de capital com recurso aos lucros gerados no próprio exercício, desde que o registo do aumento de capital se realize até à entrega da declaração Modelo 22.
  • Destina-se a sociedades comerciais, cooperativas, e demais pessoas coletivas de direito público ou privado com sede em Portugal;
  • O seu lucro tributável não pode ser determinado por métodos indiretos;
  • A sociedade não pode reduzir o seu capital social com restituição aos sócios no prazo de 6 anos (no ano em que sejam realizadas as entradas relevantes e nos cinco anos seguintes).

INSTALAÇÃO DE EMPRESAS
NO INTERIOR

Incentivo à instalação de micro, pequenas e médias empresas em territórios do interior do país.

  • Redução de taxa e IRC de 12,5% aplicável aos primeiros 15.000€ de matéria coletável (taxa atual = 17% para os primeiros 15.000€), o que se traduz numa poupança de 675€.
  • Majoração de 20 % à dedução máxima prevista no DLRR.
  • Localização em zona do interior de Portugal (definido em portaria autónoma);
  • Não ter dívidas perante a Segurança Social e Autoridade Tributária.

OUTROS BENEFÍCIOS FISCAIS