Programa interface quer ser um acelerador de tecnologia

Para os próximos seis anos está prevista a dotação de 1.400 milhões de euros de fundos europeus e linhas de crédito

A estratégia passa por privilegiar a partilha de conhecimentos entre o Ensino Superior, Centros tecnológicos e as Empresas, reforçando o trabalho e a investigação estre os três polos.

Fazendo parte do Plano Nacional de Reformas, e envolvendo os ministérios da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, da Segurança Social e do Ambiente, o programa Interface centra-se na inovação formando ponte com a internacionalização e libertando assim o tráfego para o crescimento da economia portuguesa. A eficiência energética também não foi esquecida bem como a eficiência produtiva e a digitalização industrial.

As grandes iniciativas do Programa INTERFACE assentam em 4 linhas estratégicas: Apoio aos Centros de Interface Tecnológico (CIT), Clusters de Competitividade, Laboratórios Colaborativos e Clube de Fornecedores.

O financiamento é plurianual, deverá ser aplicado em fornecedores e na inovação e internacionalização dos centros. Para as empresas estarão disponíveis também Vales Indústria 4.0 que permitirão a aquisição de serviços que promovam a definição de uma estratégia tecnológica própria, com vista à melhoria da competitividade da empresa, alinhada com os princípios da Indústria 4.0. O programa apoia também a contratação de quadros qualificados, privilegia a colaboração de docentes e investigadores nos projetos e a inserção de profissionais jovens, proporcionando-lhes formação complementar nos centos de interface.

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